15 janeiro, 2010

Sis 671/771 Patched Driver for Xorg greater than 7.3

I am one of the unfortunate people that have a Sis 671 video card and use Linux. But recently, when I dist-upgraded my Sidux(Debian sid), it came with Xorg 7.5. Then the driver that I compiled for 7.3 broke.

After some days hacking with the source code of the modified Winischhofer's Driver(lately patched by Bartlomiej Gerlich) I finally get rid of the errors and made the source compile with Xorg 7.4(the 7.5 version was downgraded to 7.4, debian unstable things). And the driver worked wonderfully.

The Bartlomiej version is 0.9, so I decided to name it 0.9.1 because of this little patch by myself. I DO NOT tested this version on Xorg 7.5, only 7.4. Fell free to see the source and compile it at your system. My little retribution to the community. ;)

http://rapidshare.com/files/335767600/xorg-driver-sis671-0.9.1.tar.bz2.html

Greetings!

31 janeiro, 2009

O dia em que o Google assumiu o caráter



Não podia deixar passar em branco.
Sim, isso realmente aconteceu hoje, há poucos minutos atrás.

[Atualização]

O Google, em seu blog oficial, postou um comunicado explicando o problema. A melhor parte foi "What happened? Very simply, human error".

Cabeças de estagiários rolarão.

23 janeiro, 2009

Estão botando muita azeitona na farofa do Obama



Uma coisa que vem me incomodando nos últimos dias é a metamorfose que a mídia sofreu: para a forma de um chato(aquele carrapato amigo que se aloja em lugares onde o sol não bate).

Vinte e quatro horas por dia só se fala de Barack Hussein Obama II. Nem o primeiro Big Brother ganhou tanta atenção. Estão cobrindo toda e qualquer piscada e expiração que o novo presidente dos Estados Unidos da América tem. Parece até cobertura de uma turnê de uma banda pop.

A impressão que dá é que tratam o homem como se fosse um deus, que veio a terra para salvar os fracos, minorias e oprimidos, somente porque possui uma maior quantidade de melanina na pele. Algo como um tal Jesus Cristo, só que sem a imagem caucasiana renascentista.

Só porque ele faz parte de uma etnia que é segregada social e economicamente nos E.U.A., todos dizem que é uma revolução nunca antes imaginada. Ora bolas! Vejam o Brasil em 2003: um torneiro mecânico, pertencente a "etnia do proletariado", das classes humildes da sociedade, chegou a presidência.

Nota alguma semelhança?

Alguma coisa mudou da época "F.H.C." pra época "Lula" ? NADA. Mesmas políticas econômicas, mesmas políticas internas, mesmas viagens turnês mundo afora, etc. O Brasil mudou? Não. A pobreza foi erradicada? Não. Houveram grandes mudanças? Nenhuma.

Os Estados Unidos passaram por um período "do mal" com o Bush filho. Viveram 8 anos com medo de um terrorista que sequer existe. Perderam milhares de vidas humanas, pessoas, em guerras sem propósito. No final do mandato, a cereja do bolo: uma crise econômica estourou.

Agora vem um candidato a presidência que durante a campanha diz tudo o que os cidadãos queriam ouvir: segurança psicológica, econômica e ideológica. No primeiro dia de mandato, Obama mandou fechar a prisão de Guantánamo, que abrigava pessoas acusadas -- sem provas -- de serem supostos participantes do inside-job "ataque terrorista" de 11 de setembro de 2001.

Como assim, Bial? Supostos terrorístas sendo soltos? E a soberania nacional? Como fica o solo estadunidense com esses maníacos soltos? Correm o risco de serem atacados novalmente! Vingança!

Percebe o paradoxo, querido leitor?

Pessoas independentes¹, sem qualquer vínculo com governo, corporações ou organizações, estão produzindo um vasto material² ao longo desses últimos anos para tentar tirar a venda da grande maioria das pessoas³. Estão tentando torná-las críticas, donas de seu próprio pensamento, sem serem hipnotizadas pela opinião da mídia capitalista e corrompida, que permeia toda a sociedade.

Escrevi esse breve texto simplesmente para dar uma sustentação razoável no que vou dizer: eu desconfio do Obama. Muita gente está o tratando como o Salvador do planeta. Na realidade, ele está sendo oportunista: pior que o Bush ele não poderá ser. Logo, o que vier, é lucro.

Posso estar errado? Sem dúvida. Mas pelo menos tenho o direito de duvidar, ser cético, algo raro na população fanática(religião, política, futebol, etc) dos tempos modernos.

A questão é que, com a "maquiagem" de "show pop" que a mídia criou, muitos cidadãos estadunidenses estão cometendo o erro de acreditar em uma simples expressão que virou bala na boca de muitos: "nós podemos"(we can).

Sem dúvida, nós, pessoas e cidadãos, podemos e devemos querer um governo melhor.

Mas, antes de tudo, devemos ser críticos com tudo que nos é informado.

Afinal: é com informação que tomamos decisões.

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Referências:
1 - Fahrenheit 11/9
2 - The corporation
3 - Zeitgeist
Imagem traduzida - Campinaremos

21 dezembro, 2008

Os que não gostam de Chaves, que sumam daqui!

Conheço muita gente que não suporta o humor inocente e infantil do Chaves. De duas, uma: ou quem não gosta não teve infância ou quer passar uma imagem de pessoa "cult" que prefere assistir Jornal Nacional e ler Veja.

Então pra essas pessoas que não gostam de Chaves, o que vem a seguir é lixo. Mas tenho certeza: este foi o melhor vídeo que já vi durante este ano todo. Quem não gostar, que morra, grato(tm Morróida).


14 dezembro, 2008

Sites antigos que ninguém mais lembra

Começo esse post com uma pergunta: quando você começou a ter acesso a internet? Pra alguns esta é uma pergunta difícil. Mesmo assim, por puro sadismo curiosidade, perguntei pra alguns amigos e conhecidos.

Tive respostas desde “Não lembro” até “Putz, foi em 1996, novembro, dia 10, uma terça-feira às 8h45”. Sim, quem me respondeu assim ou memorizou por ser um momento marcante em sua vida ou me zoou completamente.

Eu lembro que a primeira vez que acessei a internet, foi na minha escolinha de informática, a Futurekids. Deve ter sido por volta de 96/97, na época, eu deveria ter entre 9 e 10 anos. Ela foi a “culpada” por eu ter me tornado o geek que sou hoje.

Mas agradeço todos os dias pela alma caridosa (“Tia” Zeneide!) que teve a sapiência de abrir uma franquia da escola aqui em Campo Grande na época e por meus pais me terem matriculado nela. =þ

Qualquer dia escrevo um post relatando a minha conversão para o “Geekísmo” durante a infância. Não me arrependo nem um pouco.

Voltando pro post, a internet no Brasil chegou por volta do ano de 1987. Coincidência ou não, foi o ano que eu nasci. Inicialmente, só instituições de pesquisa e ensino tinham acesso a rede. Conectavam-se a outras instituições estrangeiras dos EUA via redes da Embratel. A partir disso, a rede nacional veio evoluindo, devido a uma grande necessidade de inter-conexão entre as universidades nacionais.

Foram criados os backbones nacionais, a RNP(Rede nacional de ensino e pesquisa) que fornecia conectividade IP em termos comerciais extremamente competitivos em todos os estados do país e uma reestruturação completa da infra-estrutura necessária para suportar o crescimento da internet no país.

Desde então, a internet foi aberta para uso comercial em 1995 e só cresceu: se popularizou e se tornou o principal meio de comunicação. Por isso, selecionei os principais sites acessados desde 1996(que foi quando realmente a coisa engrenou) e vou colocar aqui.

Quem tem mais de 21 anos ou começou a acessar a internet a partir de 1996 se sentirá velho depois dessa lista. Fortes emoções à seguir. Para qualquer eventualidade, deixe o telefone ao seu lado para ligar ao SAMU ou bombeiros, em caso de ataque fulminante de nostalgíste aguda.

Buscadores

Cadê? – 1996

Atire a primeira pedra quem NUNCA buscou algo no Cadê? ! Na época, era o ÚNICO buscador que retornava um número considerável de sites brasileiros ou escritos em português. Como todos os outros, utilizava um sistema onde o próprio dono do site precisava adicionar sua URL. Teve o auge do seu uso entre 96 e 99.

Altavista – 1996

Um dos mais utilizados no exterior, junto com o Yahoo!. Muitos brasileiros também o utilizavam, quando não achavam o que queriam em outros buscadores. Eu pessoalmente nunca usei.

Yahoo! - 1996

O famoso. Durante seu auge, foi o “Google” da sua época. Tinha um banco de dados enorme. Também funcionava como um portal, onde centralizava todo tipo de informação. Possuía registros de páginas brasucas, porém menos que o Cadê.

Lycos – 1996

Também era muito influente no exterior. A partir de 1998, começou a oferecer hospedagem de páginas pessoais gratuitamente. Lembro que visitava muitas páginas hospedadas no Lycos pra baixar emuladores e roms de videogame, além de mapas e outros add-ons pra Duke Nukem 3D, Doom, etc.

Google – 1998

A versão inicial do buscador que viria a se tornar uma das empresas mais influentes do mundo moderno e que ainda irá dominar o mundo.

Serviços

Xoom – 1996

Um dos mais famosos e usados serviços de hospedagem de páginas pessoais da internet! Essa época era boa! Montar uma página escrevendo HTML na mão ou usando um daqueles editoreszinhos que ajudavam a codificar(coffecup, frontpage, etc). Eu já tive um site lá, mas realmente não lembro qual era a url. É, a idade vai chegando, memória falhando...

Geocities – 1996

Outro site famoso por oferecer hospedagem gratuita pra quem se inscrever. Eu também já tive um site lá, mas, novamente, esqueci a URL. Mas nesse caso, é porque era difícil de lembrar mesmo. Exemplo? www.geocities.com/Heartland/Flats/7676/

Starmedia – 1997

Inicialmente era um portal com conteúdo para sites latinos. Oferecia email grátis e coisa e tal. Tive um email lá. Mas nada muito interessante tinha a oferecer e acabou caindo no esquecimento(pelo menos pra mim).

Uol – 1996

O provedor primogênito da internet brasileira: Universo Online! Um dos provedores mais conhecidos e utilizados nestas terras tupiniquins. Na época, era um dos sites brasucas que mais tinha conteúdo escrito em português. Alguém aí ainda lembra da época de crise que o Uol mandava cds com kits de instalação via mala-direta pelo correio? =P

Zaz – 1997

Provedor concorrente do Uol, antes de ser comprado pelo Terra e melhorar(e muito) o conteúdo, design e qualidade dos serviços prestados.

Zipmail – 1998

Hahaha! Alguém das antigas aí tinha um Zipmail? Quem não tinha, conhecia alguém que tinha. ;)

Menção especial

ICQ – 1996

Site oficial do primogênito dos mensageiros instantâneos! O mais utilizado, mais eficiente, mais completo e melhor MI existente até os dias de hoje! Não, não sou fanboy. Só acho injusta a massiva campanha de marketing feita pela Microsoft aqui no Brasil para uso do MSN. Por isso faço a minha campanha pró-ICQ neste espaço pessoal que tenho. =)

Apesar disso, no exterior, ele é o mensageiro mais utilizado.

Bom, aqui acaba minha seleção dos sites que marcaram a época do inicio da web, o acesso comercial a internet. Pelo menos um site desses você acabou acessando, se pegou essa época. Se sente velho? Tem um aperto no peito? Esta sofrendo de nostalgíste aguda? Eu avisei.

Só tenho um único medo. Mas é MEDO mesmo. Daqui alguns anos, esses filhos da “inclusão digital” lembrarem do tempo que perdiam no quão inútil era o Orkut e fizerem algum texto sobre isso. ;)

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Agradecimento ao Rub0nes, Platy e RMA por me ajudarem a lembrar desses sites que marcaram época. ;)

Imagens dos sites antigos retirados do Internet Archive.

11 dezembro, 2008

Blog de cara nova!

Demorou, mas finalmente atualizei o layout do blog! Ficou melhor? Pior? Mesma tranqueira de sempre? Postem suas furiosas opiniões nos comentários. Mas já vou adiantando: eu gostei. E vai ficar assim até eu enjoar ou alguma força maior me obrigar. :þ

Para este post não ficar sem nada interessante além deste óbvio aviso, eu vi o trailer do novo filme do exterminador do futuro. Uma palavra: OMFG. Pros atrasados que ainda não viram, está aqui.

E não percam crianças, na próxima semana, post novo pra vocês.

22 novembro, 2008

Descobri porque o trânsito está piorando(em qualidade e quantidade)

Antes de começar, queria dizer que diminui a freqüência dos posts por estar em final de semestre. Isso significa mais(ou seria menos?) tempo pra estudar para provas e fazer trabalhos e menos(agora sim é menos) tempo pra ficar vadiando no PC e internets. Portanto, como de agora pro final do ano vão diminuir as provas, vou voltar a postar mais freqüentemente.

Uma das coisas que fiquei pensando ultimamente, nos momentos em que fico em standby, é porque todo mundo hoje em dia reclama do trânsito. O trânsito está mais violento, o trânsito está mais pesado, o trânsito isso e o trânsito aquilo. Parei e pensei pra ver se chegava a alguma conclusão e definitiva sobre isso.

Não é nenhuma tese de mestrado ou coisa parecida, mas são fatos e situações que, ligando os pontinhos, tem relação entre si e fazem sentido. Ah, se algum(a) pós-graduando(a) se basear no meu texto pra alguma tese, fique a vontade! Só peço um link nas referencias bibliográficas. ;þ

Pois bem. Começando: voltemos há alguns anos atrás, coisa da época que seus avós(ou pais dos seus avós) eram vivos. Algo de 100 anos atrás. “Nooossa, tudo isso?”, não, não é tudo isso. Meus pais tem aproximadamente 50 anos. Eu tenho 21. Basicamente eles estão vivos há meio século e eu estou vivo aproximadamente a ¼ de século. Meus avós estão com ~80 anos, bem próximo de 1 século de existência. Ou seja: de 2 a 3 gerações temos 1 século. Pode parecer muito, mas não é. Calma, já já vou chegar onde eu quero. ;)

Nessa época, há 100 anos, eles viviam onde? Provavelmente em alguma cidade “pequena”. Como exemplo, minha avó, que nasceu em 1933, viveu em São Paulo(capital) ate por volta de 1955. Na década de 30, São Paulo tinha aproximadamente 950 mil habitantes, uma cidade de “médio” porte. Em 1950, foram registrados 2,1 milhões! Vê o crescimento explosivo?


Entre 1870 e 1980, é exponencial. Ou não.


Isso se deve a invasão imigração de hordas pessoas na cidade. Aqui onde eu moro, em Campo Grande, o mesmo efeito começa a acontecer. Em menor escala, sem dúvida, mas já começou. No inicio da década de 90, a cidade tinha por volta de 526 mil habitantes. Este ano, a estimativa é de 747 mil. Crescimento de 220 mil.

“Tá, mas o que tudo isso tem a ver?” Se você ainda não entendeu, densidade é a causa de tudo. Muitas pessoas geram uma alto deslocamento pendulário de trabalhadores, indo e vindo, de e pára, suas casas e trabalho. O grande volume de carros, muitas vezes com somente 1 pessoa, entope as vias das cidades, em um ineficiente, porém confortável, meio de transporte.

“Então o problema é a quantidade de pessoas.” Errado. Não é só esse motivo. Outro motivo são os hábitos e a cultura que as pessoas têm. Uma cidade que inicialmente era rural, as pessoas eram limitadas em seu meio de transporte. Ou usavam uma bicicleta, ou iam a pé, ou usavam um carro.

É óbvio notar que, das 3 opções, o carro(apesar de mais caro e novidade tecnológica da época) era mais confortável e eficiente: não se sujava os pés e roupas com o barro da estrada, se chegava mais rápido ao destino e se transportava mais gente junta, como família ou vizinhos. Sem contar o valor “OMG” emocional de se possuir um possante de 0,5 cavalo.


Tecnologia de ponta


Porém, a cidade foi crescendo. A cidade rural, de ruas de barro, passou a ter asfalto. As pessoas, gostaram da novidade do “piso liso” e continuaram a usar seu meio “eficiente” de transporte. Mais pessoas se mudaram pra cidade, vindas pelo “progresso”. Mas com suas mentalidades “rurais” ainda presentes. Todas usando carros para se locomover.

Chega um momento que todos usam carros, porque desde cedo foram acostumados assim. Uma propaganda altamente influenciadora, tornaram a situação de “ter um carro” como sendo algo integrante a uma família.

E o que fazer para se locomover? Uma cidade pequena, rural, não possui transporte público. Não possui ônibus. Trens? Trens eram só pra viagens longas e carga. Asfalto? Algumas têm, mas a maioria não. Isso justifica o uso de carros. Mas nos atuais centros urbanos esses motivos perdem um pouco a razão com a existência de metrô e ônibus.

Depois da lavagem cerebral que usa a falsa idéia de que um carro é sinal de status, superioridade, ninguém percebe que carros degradam a vida nas cidades. Ensurdecem as pessoas. São armas em potencial, quando não usados prudentemente.

Carros isolam o contato humano. Atire a primeira pedra quem, dentro de um carro parado no sinal, nunca desviou o olhar, assustado, quando alguém do carro do lado retribuiu o olhar?

Sem contar a síndrome de “eu sou o máximo” de quem está dentro de um carro: motoristas parados no sinal ameaçam, por puro sadismo, pedestres que atravessam a faixa, ou motoristas que não respeitam uma bicicleta, um meio de transporte mais frágil, ou melhor: mais barato(e saudável).

O trânsito aqui em Campo Grande não é diferente dos outros centros urbanos: péssimo. Seta é enfeite pro natal. Quanto maior o carro, mais “prioridade” os outros veículos dão(malditas caminhonetes). Motoqueiros acham que são ases, bêses e cêses do guidão. Limite de velocidade não existe: ou é quase parando ou quase derretendo a lataria com o atrito do ar.

Resumindo: falta cultura. Falta educação. Falta berço por parte de todos os que tem mente pequena e acham que estar dentro de um carro é ser inatingível.

Eu assumo: eu dirijo carro. Eu contribuo para o trânsito. Aqui em casa é 1 carro somente. Se fossem 2, usaria somente 1, como sempre. Funciona como os Jetsons: todo mundo sobe no carro de manhã, e eu saio deixando cada um em seus respectivos lugares e vou pra faculdade, seguindo um caminho eficiente, sem fazer voltas e aproveitando a melhor topografia possível. Depois faço o caminho de volta. Acredito que nem todos a maioria das pessoas não faz isso.

Por isso sou simpatizante do movimento de bicicletadas. Quando terminar a faculdade e arranjar um emprego, aqui em Campo Grande ou em qualquer cidade que esteja morando, vou utilizar a bicicleta como meio de transporte. Ir a pé ou ônibus/metro também está em meus planos. Além de fazer um exercício, será menos um carro nas ruas e economia no final do mês.

18 novembro, 2008

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